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GS 500E

Em nosso primeiro contato com a GS 500 o ponteiro do velocimetro cravou 200 km/h, algo inimaginavel nas 500 até então.
disponível
R$15.000
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Descrição detalhada de um produto

A historia da GS 500 remonta os anos 70, quando lançaram em 1976 no Japão a Suzuki GS 400, com motor de dois cilindros, duplo comando no cabeçote e duas v lvulas por cilindro. Foi s¢ em 1989 que o motor passou de 400 pra 500cc, mas ainda preservando um estilo mais touring.

Finalmente, em 1991 surgiu a versão esportiva da GS 500, já com quadro perimetral de de secção retangular de berço duplo, suspensäes regul veis e guidão colocado na bengala. Era o máximo de esportividade em uma moto feita pra rodar nas cidades! Em 1994 algumas mudanças importantes: o guidão passou para cima da mesa, com a posição de pilotagem mais confortavel, o banco ficou mais largo e a suspensão dianteira perdeu as regulagens. Tudo em nome do conforto. Em termos de motor, de acordo com as normas reguladoras de emissäes em v rios pa¡ses, a GS 500 oscilou entre 47 e 52 cv, sempre a 9.200 rpm. Nessa versão atual, o motor desenvolve 48 cv.

Para quem esta saindo das 250 e estava de olho no proximo degrau, pode prestar atenção, porque essa pode ser a sua proxima moto.

O painel continua com dois instrumentos circulares, com veloc¡metro … esquerda (indicando at‚ 210 km/h), dois hodometros, e … a direita está o conta-giros com faixa vermelha começando a 11.000 rpm. Os comandos elétricos são fáceis de operar e o afogador também .E aqui vale uma observação: nos fóruns de GS 500 na Internet muita gente confunde a finalidade da posição PRI da torneira. Essa posição ‚ usada só para dar a primeira partida após algum per¡odo desligada (tipo um dia), depois pode voltar para a posição “ON”. Tem gente achando que a posição PRI ajuda a moto a correr mais!

GS500e 2001.

A partida elétrica aciona o motor: mesmo ru¡do e n¡vel de vibração do modelo 2004. Em baixa rotação o ru¡do do motor passa a sensação de funcionamento irregular, semelhante ao da CB 500. Parece que tem sempre um cilindro falhando! Assim que engatei a primeira marcha no cambio silencioso, essa sensação de “falhação” desapareceu e senti-me na conhecida GS 500 de sempre! Pedaleiras de borracha grandes contra-pesos nas pontas do guidão eliminam boa parte da vibração. O funcionamento em baixa rotação ‚ suave e silencioso.

Partimos para a seção de fotos em uma sequencia de curvas e lembrei de como a GS 500 ‚ ágil e fácil de pilotar. A suspensão traseira ‚ monoamortecida, e a dianteira por garfo telescópico. Os pneus Bridgestone novinhos ajudaram a me divertir mais um pouco e abusei da sorte ao inclinar até sentir aquela velha presença da “consciencia” soprar no ouvido “tá bom, agora chega!”. O que notei de legal ‚ que as pedaleiras dificilmente raspam no chão, pode-se inclinar bastante e deixar a “responsa” para os pneus que seguram a onda na boa.

Em seguida pegamos uma reta e decidi que era hora de testar se os 3 cv a mais em relação … versão 2004. Em uma reta gigantesca e larga fui acelerando tudo e senti o motor crescendo, crescendo até o ponteiro do veloc¡metro encostar no 200 km/h! Se projetarmos um erro médio de 10%, pode-se calcular a velocidade máxima real de 180 km/h, mais do que os 173 km/h alcançados pela última GS 500 que testei. Só não achei muito tranquilizador o pequeno balanço acima de 180 km/h. Analisando a moto logo em seguida percebemos que a suspensão traseira parecia mais dura do que o normal, o que pode transmitir essa oscilação em alta para a parte dianteira. Como a moto era praticamente zero km, não se pode afirmar que ‚ caracter¡stica a moto ou falta de uso!

Nos últimos testes, a média de consumo da GS 500 ficava sempre entre 17 e 19 km/litro, mas com picos at‚ de 24 km/litro. O que ‚ estranho para quem não está familiarizado com esse motor ‚ o consumo de óleo. é recomendável verificar o n¡vel a cada 1.000 km. Não entenda como “problema”, mas uma caracter¡stica do motor. Alguns carros tem o mesmo apetite com óleo desde novos.

Quando nosso mercado tinha grande oferta de motos de todas as categorias, faltava o público para consumi-las. Por isso as fábricas decidiram “criar” o mercado degrau por degrau. Teve a explosão de motos de 250cc que formou uma base de motociclistas sa¡dos das categorias 125/150. O passo seguinte seria formar o mercado acima de 250 e chegou esse momento.

Isso explica o “sumiço” da GS 500 e da Honda CB 500 quase na mesma ‚poca. A demanda por motos 500cc de dois cilindros era tão grande que as CB 500 usadas estavam cotadas a preço maior do que eram vendidas zero km! Numa distorção de mercado, muita gente comprou uma CB ou GS 500 nova, rodou um ano ou mais e depois vendeu pelo mesmo valor!

A categoria 400/500 ‚ sob medida para ser a moto-única da garagem de casa. Confortável para viajar, economica na estrada e muito ágil na cidade. Para essa geração que está saindo da categoria 250 cheia de apetite, esse cardápio ser um prato cheio!

Informação para encomenda
  • Preço: R$15.000
Categoria do catálogo Negociol.com: Veículos automóveis, motociclos, veículos pesados e ônibus usados em São Paulo
Criado: 01/08/11 04:03
Alterado: 01/08/11 04:03